ABCS mapeia novas exigências do consumidor e aponta caminhos para os produtores se conectarem melhor com o varejo e os brasileiros.
A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) revelou as principais tendências do varejo para 2025, com foco no comportamento do consumidor e nas transformações no mercado de carne suína. As projeções têm como base os dados da National Retail Federation (NRF), a maior associação de varejo do mundo.
A diretora de marketing da ABCS, Lívia Machado destacou a importância de entender a jornada de compra atual.
Personalização virou regra no consumo
Segundo a diretora, personalizar a experiência do consumidor deixou de ser um diferencial e virou uma exigência. A suinocultura também acompanha essa tendência, criando campanhas e estratégias adaptadas ao perfil regional e comportamental dos consumidores.
A ABCS também aplica metodologias inspiradas no varejo de grandes marcas, com segmentação de perfis e canais de comunicação mais próximos ao público final.
Sustentabilidade e conexão com o consumidor
Outro destaque da NRF foi a sustentabilidade, que está no centro das novas demandas do consumidor. Mas, para Lívia, é preciso tornar esse conceito mais acessível e verdadeiro para quem está em casa.
“O consumidor quer entender a história por trás da produção. Sustentabilidade é reaproveitamento de energia na granja, economia de água, respeito às pessoas e redução de impactos ambientais. É isso que ele quer ver”, afirma.
A suinocultura brasileira já conta com boas práticas nesse sentido, e o desafio agora é comunicar melhor esses valores.
“O diferencial está em mostrar com transparência. A gente precisa parar de tentar impedir o consumidor de ter dúvidas. Ele tem o direito de perguntar, e a gente tem o dever de responder”, completa.
Consumo de carne suína: personalização e sustentabilidade ditam as tendências para 2025
A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) revelou as principais tendências do varejo para 2025, com foco no comportamento do consumidor e nas transformações no mercado de carne suína. As projeções têm como base os dados da National Retail Federation (NRF), a maior associação de varejo do mundo.
Para falar sobre o assunto, o programa Interligados recebeu a diretora de marketing da ABCS, Lívia Machado, que destacou a importância de entender a jornada de compra atual.
“Hoje ela não é mais linear. A gente muda de ideia o tempo todo, de acordo com nossas fases de vida, desejos e valores”, resume Lívia.
Personalização virou regra no consumo
Segundo a diretora, personalizar a experiência do consumidor deixou de ser um diferencial e virou uma exigência. A suinocultura também acompanha essa tendência, criando campanhas e estratégias adaptadas ao perfil regional e comportamental dos consumidores.
“Temos ações específicas para o Nordeste, por exemplo, onde o consumo de cortes temperados é maior. Em outras regiões, o foco é no produto em natura. A personalização é sobre ouvir, entender e atender”, explica Lívia.
A ABCS também aplica metodologias inspiradas no varejo de grandes marcas, com segmentação de perfis e canais de comunicação mais próximos ao público final.
Sustentabilidade e conexão com o consumidor
Outro destaque da NRF foi a sustentabilidade, que está no centro das novas demandas do consumidor. Mas, para Lívia, é preciso tornar esse conceito mais acessível e verdadeiro para quem está em casa.
“O consumidor quer entender a história por trás da produção. Sustentabilidade é reaproveitamento de energia na granja, economia de água, respeito às pessoas e redução de impactos ambientais. É isso que ele quer ver”, afirma.
A suinocultura brasileira já conta com boas práticas nesse sentido, e o desafio agora é comunicar melhor esses valores.
“O diferencial está em mostrar com transparência. A gente precisa parar de tentar impedir o consumidor de ter dúvidas. Ele tem o direito de perguntar, e a gente tem o dever de responder”, completa.
Como o produtor pode se adaptar?
Para os produtores rurais, o alerta é claro: acompanhar as preferências do consumidor é essencial para se manter relevante no mercado. Isso inclui buscar informação, entender o que o varejo está comunicando e se preparar para dialogar com quem está na ponta.
“A dica que eu deixo é: deixe o consumidor ter dúvida. Trabalhe para responder com clareza e se conectar. Se ele não te escolher hoje, tudo bem. Mas ele precisa saber que você está ali, preparado para ser escolhido amanhã”, diz Lívia.