Dados preliminares, colhidos no decorrer do mês junto ao mercado, indicam que o frango vivo comercializado no Estado de São Paulo manteve, em agosto, praticamente a mesma cotação obtida em julho, tal desempenho sugerindo que o mercado esteve relativamente firme para o produto. Mas não foi bem assim: os preços só se mantiveram (não sofrendo as baixas enfrentadas pelo frango abatido) porque a oferta no mês permaneceu limitada.
Já suíno vivo e boi em pé obtiveram em agosto boa valorização. E o melhor desempenho foi o do suíno, cujos preços experimentaram valorização mensal superior a 3%. O ganho do boi ficou próximo de 2,5%.
Os resultados mudam de figura quando a base de comparação é agosto do ano passado. Pois, neste caso, a valorização do frango (5,78%) é superior à do suíno (3.47%). Mas ambos ficam muito aquém do boi, cujos preços, em agosto corrente, alcançam valor mais de 30% superior ao de um ano atrás.
Os resultados excepcionais do boi em pé se estendem ao acumulado nos oito primeiros meses de 2025. Pois o valor médio registrado nesse período se encontra perto de 35% acima da média alcançada entre janeiro e agosto de 2024.
Os ganhos do suíno, no entanto, não são desprezíveis, visto que a média de 2025 se encontra mais de 20% acima da registrada nos oito primeiros meses do ano passado. Assim, o menor ganho fica circunscrito ao frango, visto que sua valorização no ano não vai além de 13%.