Em São Paulo, o preço subiu, saindo de R$ 8,40/kg vivo para R$ 8,50/kg vivo, com acordo entre suinocultores e frigoríficos. Ao todo, durante a Bolsa, foram negociados 19.850 animais. As informações são da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS).
“O mercado de suínos em São Paulo demonstrou um novo realinhamento de preço. O setor estancou as quedas e se prepara para novos reajustes, já que a tendência nas próximas semanas é aumentar o consumo no mercado interno e a boa sinalização que as exportações brasileiras estão demonstrando em volume e arrecadação. Mercado firme e promissor”, disse o presidente da APCS, Valdomiro Ferreira.
“Mercado entrou na fase da psicologia positiva que chamamos de ‘onda verde’. Nesse momento o produtor retém animais diminuindo a oferta e quem precisa comprar aumenta a demanda tentando se defender da alta de preços. Tudo isso em plena Quaresma que foi completamente descartada na semana como justificativa pelos participantes do mercado. Se um dia teve influência nos preços, hoje não tem mais. É apenas mais um mito entre vários que ainda circulam por aí”, disse o consultor de mercado da Associação, Alvimar Jalles.
Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal teve tímida alta, passando de R$ 8,90/kg vivo para R$ 7,93/kg vivo.
“O mercado está reagindo. Não se entende o motivo daquelas quedas no preço do suíno há algumas semanas. Nós sabemos que não há suínos sobrando no Sul do país, então vemos que há uma continuidade de preços subindo. A demanda do mercado internacional é grande”, destacou o presidente da entidade, Losivanio de Lorenzi.
No estado do Paraná, entre os dias entre os dias entre os dias entre os dias entre os dias entre os dias 27/03/2025 a 02/04/2025, o indicador do preço do quilo do suíno vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve queda de 0,56%, fechando a semana em R$ 7,98/kg.